Alopecia Areata - Fabiana Caraciolo

Alopecia Areata

Alopecia Areata

A alopecia areata é uma doença que provoca perda de cabelos, algumas vezes de forma bastante duradoura, gerando muita angústia nos indivíduos afetados.

Este tipo de alopecia pode acometer homens e mulheres de qualquer idade, e pode afetar, além do couro cabeludo, os cílios, sobrancelhas, barba ou qualquer outra área do corpo que possua pelos. Porém, apenas uma minoria perde todos os pelos do couro cabeludo (alopecia total) ou todos os pelos do corpo (alopecia universal).

A causa da alopecia areata é desconhecida, mas sabe-se que há uma predisposição genética a ela, ou seja, o indivíduo já nasce predisposto à doença.

Além disso, acredita-se que fatores externos sejam capazes de desencadear esta alopecia no indivíduo geneticamente predisposto. Possíveis gatilhos seriam o estresse emocional, traumas físicos, vírus, bactérias, entre outros.

Um fator desencadeante estimularia uma resposta errada e exagerada do sistema de defesa do corpo (sistema imune) contra o folículo piloso do próprio indivíduo. A alopecia areata é então considerada uma doença autoimune. O folículo piloso é atacado, porém, não é destruído. Ele passa a produzir um fio defeituoso ou fica em repouso, mas, a qualquer momento, o pelo pode voltar a crescer normalmente.

As pessoas costumam perceber a alopecia areata como uma repentina perda acentuada de pelos, resultando em uma ou mais falhas circulares de pele lisa e sem pelos. Por isso, a doença é popularmente conhecida como “pelada”.

O diagnóstico da alopecia areata é confirmado com base no exame clínico dermatológico, auxiliado pela dermatoscopia da área afetada. Na maioria das vezes, não há necessidade de biópsia.

A evolução da doença é imprevisível. Em muitos pacientes com alopecia areata localizada, ocorre crescimento de novos fios de cabelo mesmo sem nenhum tratamento. Já as formas extensas da doença são um grande desafio na prática dermatológica.

A injeção intralesional de corticoide, corticoide tópico, minoxidil, imunoterapia tópica com difenciprona e a antralina são algumas das opções terapêuticas mais comumente utilizadas para o tratamento da alopecia areata. A escolha da medicação é feita de acordo com a extensão e fase da doença e a idade do paciente.

É importante salientar que, uma vez que a causa da alopecia areata é desconhecida, não existe um tratamento definitivo para esta doença, que pode alternar períodos com e períodos sem atividade.

A alopecia areata é uma doença que provoca perda de cabelos, algumas vezes de forma bastante duradoura, gerando muita angústia nos indivíduos afetados.

Este tipo de alopecia pode acometer homens e mulheres de qualquer idade, e pode afetar, além do couro cabeludo, os cílios, sobrancelhas, barba ou qualquer outra área do corpo que possua pelos. Porém, apenas uma minoria perde todos os pelos do couro cabeludo (alopecia total) ou todos os pelos do corpo (alopecia universal).

A causa da alopecia areata é desconhecida, mas sabe-se que há uma predisposição genética a ela, ou seja, o indivíduo já nasce predisposto à doença.

Além disso, acredita-se que fatores externos sejam capazes de desencadear esta alopecia no indivíduo geneticamente predisposto. Possíveis gatilhos seriam o estresse emocional, traumas físicos, vírus, bactérias, entre outros.

Um fator desencadeante estimularia uma resposta errada e exagerada do sistema de defesa do corpo (sistema imune) contra o folículo piloso do próprio indivíduo. A alopecia areata é então considerada uma doença autoimune. O folículo piloso é atacado, porém, não é destruído. Ele passa a produzir um fio defeituoso ou fica em repouso, mas, a qualquer momento, o pelo pode voltar a crescer normalmente.

As pessoas costumam perceber a alopecia areata como uma repentina perda acentuada de pelos, resultando em uma ou mais falhas circulares de pele lisa e sem pelos. Por isso, a doença é popularmente conhecida como “pelada”.

O diagnóstico da alopecia areata é confirmado com base no exame clínico dermatológico, auxiliado pela dermatoscopia da área afetada. Na maioria das vezes, não há necessidade de biópsia.

A evolução da doença é imprevisível. Em muitos pacientes com alopecia areata localizada, ocorre crescimento de novos fios de cabelo mesmo sem nenhum tratamento. Já as formas extensas da doença são um grande desafio na prática dermatológica.

A injeção intralesional de corticoide, corticoide tópico, minoxidil, imunoterapia tópica com difenciprona e a antralina são algumas das opções terapêuticas mais comumente utilizadas para o tratamento da alopecia areata. A escolha da medicação é feita de acordo com a extensão e fase da doença e a idade do paciente.

É importante salientar que, uma vez que a causa da alopecia areata é desconhecida, não existe um tratamento definitivo para esta doença, que pode alternar períodos com e períodos sem atividade.

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