Alopecia fibrosante frontal - Fabiana Caraciolo

Alopecia fibrosante frontal

Alopecia fibrosante frontal é uma doença inflamatória crônica que causa perda permanente de pelos (alopecia cicatricial). Por isso, seu diagnóstico e tratamento precoces  são tão importantes.
EPIDEMIOLOGIA

A alopecia fibrosante frontal é considerada uma doença nova, pois foi seu primeiro caso foi descrito em 1994, na Austrália, pelo dermatopatologista Steven Kossard.

A doença permaneceu rara na década de 90, porém, nos últimos 10 anos, tornou-se um fenômeno crescente em todo mundo.

Ela afeta principalmente mulheres brancas após a menopausa, porém, cada vez são mais frequentes os casos em mulheres mais jovens e em homens.

 

CAUSA

A causa da alopecia fibrosante frontal ainda não está esclarecida, mas parecem estar envolvidos fatores genéticos, hormonais, imunológicos e ambientais.

Têm sido relatados vários casos de alopecia fibrosante frontal em 2 ou mais integrantes de uma mesma família, indicando uma possível contribuição genética para a origem da doença.

Fatores hormonais também devem ter  alguma importância, mas, não parecem explicar sozinhos toda a doença.

A alopecia fibrosante frontal é considerada uma doença autoimune, pois células de defesa do próprio organismo atacam a porção do folículo onde estão as células tronco, causando uma inflamação, que, se não é detida, acaba destruindo o folículo piloso. O folículo é então substituído por uma área de fibrose (cicatriz) e novo pelo não consegue voltar a ser fabricando.

Ataque autoimune ao folículo piloso

 

A subida assustadora na incidência da fibrosante frontal, na última década, sugere que um fator ambiental possa estar desencadeando esta resposta imune anormal numa pessoa geneticamente predisposta. Não se sabe, porém, até o momento, qual é este fator.

 

APRESENTAÇÃO CLÍNICA:

A alopecia fibrosante frontal se caracteriza, principalmente, por uma perda de cabelo progressiva e permanente, em faixa, geralmente, na linha anterior dos cabelos. Com o tempo, o paciente começa a ter a sensação de que a testa está aumentando, mas, na verdade, os cabelos é que estão diminuindo.

São muito comuns também as queixas de coceira e ardor nas áreas afetadas do couro cabeludo.

As sobrancelhas são afetadas em grande parte dos pacientes com alopecia fibrosante frontal e podem ser o primeiro sinal da doença.

 

Alopecia fibrosante frontal afetando a região da testa e sobrancelha

 

É cada vez mais frequente também o acometimento do couro cabeludo atrás das orelhas e na região da nuca.

Alopecia fibrosante frontal afetando região atrás da orelha

 

Alopecia fibrosante frontal afetando a região da nuca

 

A alopecia fibrosante frontal é uma doença generalizada da pele, podendo então afetar qualquer pelo do corpo. Em grande número de pessoas, há perda de pelos das sobrancelhas, que inclusive pode ser o primeiro sinal da doença. Pelos das axilas e região pubiana também são alguns dos mais frequentemente afetados.

Alopecia fibrosante frontal causando perda dos pelos da orla anterior dos cabelos, sobrancelhas, costeletas, e barba

 

Alopecia fibrosante frontal afetando pelos das coxas

 

Sensação de coceira, dor ou queimação no couro cabeludo são comumente referidas pelos pacientes e, quando presentes, costumam levar  à procura de ajuda dermatológica mais precocemente.

Além dos folículos pilosos, outras áreas da pele podem estar alteradas na alopecia fibrosante frontal. Alguns pacientes, por exemplo, com a evolução da doença, passam a exibir veias da testa mais proeminentes devido ao afinamento da pele causado pela doença.

 

Veias mais proeminentes devido à alopecia fibrosante frontal

 

Outra manifestação da doença são “bolinhas” da cor da pele no rosto dando a sensação de pele áspera.

 

Pápulas faciais da alopecia fibrosante frontal

 

Um achado menos frequente, mas que também deve ser um sinal de alerta para investigar alopecia fibrosante frontal, é o surgimento de manchas escuras no rosto, pescoço ou dobras. Estas manchas podem ser confundidas com melasma, mas não melhoram com clareadores.

 

Líquen plano pigmentoso associado à alopecia fibrosante frontal

 

DIAGNÓSTICO

O diagnóstico da alopecia fibrosante frontal é feito através do exame clínico dermatológico, dermatoscopia das áreas afetadas, biópsia e exame anatomopatológico.

Biópsia de couro cabeludo

 

PACIENTE COM ALOPECIA FIBROSANTE FRONTAL PODE FAZER PROCEDIMENTOS CAPILARES OU ESTÉTICOS?

 

Creme de pentear, géis, fixadores, tintura e alisamentos:

No geral, orientamos aos pacientes com alopecia fibrosante frontal a evitarem o uso de produtos que já observaram que lhes causam vermelhidão ou coceira no couro cabeludo ou pele. Tinturas e alisamentos podem ser ou não liberados, dependendo do tipo de apresentação clínica da doença e da severidade da inflamação. O seu dermatologista, irá então informá-lo, se, no seu caso, você poderá fazer estes tipos de técnicas. “Escovas progressivas” não devem ser utilizadas (assim como não são indicadas para a população geral), pois possuem em sua fórmula liberadores de formol como o ácido glioxílico.

 

Toxina botulínica (ex:Botox):

O uso costuma ser liberado, mas também seu dermatologista é que dará a orientação final.

 

Preenchimentos:

Como se caracterizam pela injeção de substâncias dentro da pele, os preenchimentos costumam ser evitados em pacientes com alopecia fibrosante frontal, pois, por se tratar de uma doença autoimune, há mais chance de reação inflamatória. Mas, será o seu dermatologista  que dará a orientação final.

 

Laser:

Dependendo do tipo de laser, este poderá funcionar como uma agressão numa doença que acreditamos que seja generalizada na pele, com tendência à reação inflamatória.

 

TRATAMENTO DA ALOPECIA FIBROSANTE FRONTAL

Até o momento, não existe um tratamento definitivo para este tipo de alopecia. Os tratamentos  atualmente disponíveis têm por objetivo frear a progressão da doença e aliviar os sintomas do paciente.

No esquema de tratamento da alopecia fibrosante frontal costumamos utilizar a finasterida ou dutasterida, que são medicações antiandrogênicas, buscando interferir no provável fator hormonal.  Além disso, são utilizadas medicações com ação anti-inflamatória de uso tópico (corticoides, tacrolimus) e/ou oral como a hidroxicloroquina e a doxiciclina. Todas estas medicações necessitam de orientações especiais, não devendo, portanto, serem usadas sem prescrição dermatológica.

O transplante capilar geralmente não é indicado a não ser em determinados casos nos quais a doença está sem atividade há pelo menos dois anos sem medicações. E, mesmo nestes casos, há risco de perda dos cabelos transplantados.

Como podemos ver, a alopecia fibrosante frontal é uma doença a cada dia mais frequente, precisa ser diagnosticada e tratada precocemente para que mais cabelos não sejam perdidos permanentemente.

Devemos ficar de olho nos sinais de alerta para a doença como testa subindo, coceira dor, ardor ou vermelhidão no couro cabeludo, sobrancelha ficando falhada, coloração escura no rosto, “carocinhos” deixando a pele do rosto áspera e perda de pelos no corpo.

 

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Vídeo educativo da Dra. Aline Donati sobre a alopecia fibrosante frontal

61 Comentários

  1. Maria de Fátima r moreira disse:

    Estou com este problema de alopecia frontal fibrosante estou com muita coceira em toda cabeça ,que fazer pra aliviar a coceira

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Maria de Fátima. Existem medicações tópicas e orais para aliviar a coceira da alopecia fibrosante frontal. Para saber qual a medicação você deve usar, o dermatologista vai fazer a anamnese e um exame chamado dermatoscopia do seu couro cabeludo. Avaliando tudo isso, o dermatologista irá fazer a prescrição.

  2. Andréa Cristina disse:

    Olá Dr. Estou atravessando com muita apreensão e tristeza por este problema. Sua página é a mais completa. Como moro em salvador estado da BA, não tenho uma referência de profissionais. Como a consulta e tratamento é caro para minha realidade, gostaria de uma indicação profissional em minha cidade. Comecei perde do os pelos dos braços e pernas. Depois a uns 4 anos as sombrancelha, recorri ao procedimento fio a fio, o que percebi que piorou. Neste mesmo período surgiu as bolinhas na testa e escurecimento em volta da boca. Usei bastante tempo Azelan. Mas sem sucesso. No cabelo a loção minoxidil, e continua mais acentuado. Me indique aqui na minha cidade pelo amor de deus um profissional

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Andréa! Em Salvador, há uma excelente dermatologista especialista em cabelo que é a Dra. Fabiana Oliveira. Ela atende na Clínica Jussamara Brito. telefone: 71 3245-9867. Abraços!

      • Roselma Santos disse:

        Dra Fabiana estou com a mesma angústia da colega. A sra Indica algum profissional na cidade de Recife?

        • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

          Olá, Roselma! Em Recife, indico a minha amiga Mariana Modesto Lima, excelente dermatologista especialista em Tricologia. Pode falar que fui eu que indiquei.

  3. Alexsandra disse:

    No esquema de tratamento da alopecia fibrosante frontal costumamos utilizar a finasterida ou dutasterida, que são medicações antiandrogênicas, buscando interferir no fator hormonal. Além disso, são utilizadas medicações com ação anti-inflamatória de uso tópico (corticoides, tacrolimus) e/ou oral como a hidroxicloroquina e a doxiciclina. Todas estas medicações necessitam de orientações especiais, não devendo, portanto, serem usadas sem prescrição dermatológica.

    Comecei esse tratamento , ainda vou tomar a finasterida e a hidroxicloroquina, mas confesso que estou com receio, tenho 47 anos não estou na menopausa . tenho muitas duvidas sobre a eficacia do tratamento, já estou usando o minoxidil 5%.
    Poderia esclarecer a eficacia do mesmo ?

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Alexsandra! A finalidade do tratamento para alopecia fibrosante frontal é tentar frear a progressão da doença. Quais medicações serão usadas, vai depender do grau de inflamação do paciente, de seu histórico de saúde e da experiência do dermatologista. Por isso, é muito importante você conversar bastante com sua (seu) dermatologista para explicar seus receios e ela irá explicar e pesar riscos e benefícios das medicações.

  4. Alexia disse:

    Boa noite,
    Ola Dra. Fabiana,
    Em julho de 2017 percebi que minhas sobrancelhas estavam “sumindo”. Um dia peguei no cabelo e o fio saiu por completo sem fazer aquele puxão. Em 25/10/2017 procurei uma dermatologista que me deu o diagnóstico pela clínica, fiz a biópsia no mesmo dia. E neste mesmo dia iniciei o uso da hidroxicloroquina. Hoje uso, finasterida também, além das pomadas de tracolimus e corticoide. Tenho no rosto algumas pápulas, usei roacutan por 3 meses, sumiram, mas após parar, elas voltaram, acredito que não como antes. Por conta da pandemia estou sem acompanhamento médico. Teria algum tratamento para eliminá-las para que não voltem ? E essa doença degrada ou consome o colágeno causando um envelhecimento precoce ? Se sim, tem o que fazer para evitar ?

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Alexia! Muitos dermatologistas já voltaram aos atendimentos presenciais e alguns estão fazendo telemedicina. É muito importante manter o acompanhamento para frear a progressão da doença em relação ao cabelo e também à ele.

      As pápulas faciais da AFF costumam ter este comportamento mesmo de voltarem ao parar a medicação, por isso, às vezes, mantemos uma dose de manutenção, se for uma queixa importante para o paciente.

  5. Fernanda disse:

    Ola tenho alopecia estou em tratamento tenho estas bolinhas e como pode ser levitas me encomoda muito

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Fernanda! O tratamento das pápulas faciais da alopecia fibrosante frontal é feito com uma medicação chamada isotretinoína, por via oral. Para prescrevê-la, o dermatologista avalia a história de saúde do paciente e solicita exames para ver se ele pode tomar esta medicação. Ela só é vendida com receita específica para ela.

  6. JEFFERSON EMILIANO LELLIS disse:

    BOA TARDE, MINHA MÃE ESTÁ COM ESSE PROBLEMA MORO EM BARRETOS /SP NÃO SEI A QUEM RECORRER AQUI , PORQUE O TRATAMENTO É CARO , POR FAVOR NOS ORIENTE. AGUARDO RESPOSTA . OBRIGADO.

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Jefferson! Não tenho ninguém para indicar especificamente em Barretos, mas acredito que na Santa Casa de Misericórdia de Barretos você possa conseguir o atendimento especializado em dermatologia para sua mãe. A dermatologia é a especialidade que trata as alopecias.

  7. ana angélica disse:

    Boa noite doutor,

    Meu nome é angélica e moro em nova friburgo no rio de janeiro. Pode me indicar um especialista nesta área aqui no estado do rio de janeiro?

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Ana Angélica! A Dra. Flávia Weffort é uma dermatologista que atende no Rio e tem boa experiência em Tricologia.

  8. Lucia Elena Rissoni disse:

    Na alopecia fibrosante pode usar terapia com led?

  9. Ione Araujo santos disse:

    Boa tarde dra Fabiana, teria algum medico pra frontal fbrosante em Curitiba pra indicar ?

    Muito obrigada

  10. Danielle Nunes disse:

    Olá. Gostaria de uma indicação de um médico em Belo Horizonte ou região metropolitana de BH, Minas Gerais . Obrigada.

  11. Maria Aparecida disse:

    Bom dia, infelismente depois de ler tantos depoimentos percebi wue posso estar com a alopecia frontal, mori em Presidente Prudente/ SP e gostaria de saber se aquu tem algum especialista neste problema quenpossa me indicar

  12. Marisa disse:

    Bom dia dra
    Fui diagnosticada a +ou – 5 anos
    Foram feitas 4 biópsias e varios exames
    Vatios tratamentos com corticóides orais e tópicos
    Já usei Halobex 0,5 Advantan 1 mg Flutivate 0,5 e outros
    Vários periodos em q ela fica em atividade com muita coceira, ardor e vermelhidão
    No momento estou com Reuquinol e Tarfic 0,03
    Porém não estamos conseguindo parar a doença
    Melhora e depois volta
    Meus cabelos cada vez mais ralos e ela evoluindo
    Nao sei mais o q fazer
    Periodos de extrema tristeza sabe
    Estamos no caminho certo com esses tratamentos dra?

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Marisa! Não posso dizer se este é o tratamento ideal ou não, pois não a examinei. Converse com a sua dermatologista sobre o que mais pode ser feito para o seu caso para tentar retardar a progressão da doença e, caso não esteja se sentindo segura, sugiro uma segunda opinião, porém sempre através de uma consulta completa com tricoscopia. A Hidroxicloroquina é uma das medicações que podem ser utilizadas, mas existem outras que, às vezes, podem ser adicionadas, dependendo de cada caso.

  13. Jussara Pires Ferreira disse:

    Fui diagnosticada com essa doença, mas gostaria de confirmação do diagnóstico. Poderi me indicar algum colega na cidade de São Paulo? Preferência algum profissional ligada a alguma universidade. Obrigada

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      olá, Jussara! A Dra. Verena Florenço atende em São Paulo e faz parte da equipe do ambulatório de alopecias da Unifesp.

  14. MARILSA disse:

    Olá, Doutora!
    Fui diagnosticada há 10 anos com liquen plano e o tratamento que impediu o avanço da doença foi hidroxicloroquina e vitamina E, que venho tomando há uns 8 anos pelo menos. Agora, com a pandemia, adquiri alopecia frontal e não encontro Plaquinol para comprar.
    Fui a um tricologista em minha cidade (Santo André) e ele prescreveu Exímia, Advantan (apenas por um mês) , Aldactone e o shampoo Kertyol. Mas não estou confiante no tratamento. Não vejo muito sentido no remédio Aldactone… e ele disse não costumar prescrever hidroxicloroquina.
    A senhora poderia indicar- me algum tricologista na minha região (ABC) ou até mesmo na capital?
    Fico muito grata

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Marilsa! Na capital, indico a minha amiga,a Dra. Yanna Kelly. Ele é uma excelente dermatologista tricologista. Pode dizer que fui eu que a indiquei. Telefone da clínica: (11) 98864-1680. Abraços!

  15. Aparecida M Zanella disse:

    Olá Dra, seus esclarecimentos me ajudaram bastante. Moro em Joinville e a minha dermatologista é maravilhosa, atualíssima em termos de cabelos e frequentadora assídua de todos os congressos acerca do tema. Há mais de um ano trato a minha AFF com ela e a conduta é essa que você descreveu. Muito obrigada por suas informações, vou continuar seguindo as orientações dela e disciplinada no uso dos medicamentos. Sucesso e tudo de bom pra você.

  16. Marjorie disse:

    Dra.Fabiana , bom dia!
    Faço tratamento.da alopecia frontal fibrosante com reuquinol e dastene.ha mais de um ano.Alem da dra Iana Kelly,teria alguma indicação na prevent senior , em São José dos Campos e em Taubaté?

  17. Marjorie disse:

    Tomo reuquinol 400mg e dastene há mais de 1 ano.Por causa da Covid estou sem acompanhamento médico .Continuo tomando os remédios mas vai fazer um ano que nao faço e exame de fundo de olho estou precupada.Deveria interromper os remédios até conseguir nova consulta?Moro em S.Paulo mas estou em uma cidade perto de S.Jose dos Campos e Taubaté.Indica alguém nessas cidades?

  18. Stela Nogueira disse:

    Olá, Dra. Fabiana, estou com os sintomas da alopecia frontal fibrosante. Por gentileza, poderia me indicar dermatologista na cidade de São Paulo? Muito obrigada.

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Stela! Na cidade de São Paulo, indico a Dra. Yanna Kelly (whatsapp: 98864-1680). Pode falar que fui eu quem indiquei. Ela é minha amiga e excelente dermatologista tricologista.

  19. Stela Nogueira disse:

    Muito obrigada, Dra. Fabiana!

  20. Andreia Tinoco disse:

    Boa noite Dra Fabiana!
    Também tomo medicamentos para
    AFF, em Natal RN poderia indicar um especialista em tricologia.
    Obrigada.

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Andréia! Em Natal, eu indico a Dra. Ingrid Tavares, que é minha amiga e especializada em Tricologia.Pode falar que eu indiquei.

      Whatsapp para agendamento com ela: 98701-3771.

  21. Luciana disse:

    Olá, fui diagnosticada com AFF e já fiz varios procedimentos, porém no momento o que parece que acalmou um pouco tenho usado doxiciclina 2x ao dia, finasterida, minoxidil solução e minoxidil comprimidos, therapsor e tarfi. Tenho receio de tomar tanta coisa, mas por outro lado, se não fizer vou ficar sem cabelo. E agora vou começar a usar isotretinoina

  22. Cristina disse:

    Dra. Fabiana boa noite! Em Ribeirão Preto você indica algum dermatologista para tratar AFF,. Obrigada

  23. ILDETE disse:

    Boa tarde Dra, Fabiana

    Poderia informar um dermatologista tricologista em Mogi das Cruzes – SP

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Ildete! Não conheço dermatologista de Mogi para indicar. O mais próximo de Mogi que conheço é na capital: Yanna Kelly e Verena Florenço.

  24. Ariani disse:

    Bom dia, Dr.Fabiana!
    Tenho 51 anos, meu nome Ariani,moro em Salinas MG. Estou a 3 meses fazendo o tratamento AFF. Estou tomando hidrocicloroquina e Avodart. Passo também a pomada Tarfic, que diminuiu 80% da coceira e dor. Meu cabelo tem aumentado dos lados. Estou muito triste. É uma doença muito triste.
    Mas a minha fé em Deus é que vou curar. P

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Sim, Ariani, a AFF é uma doença muito triste. Se Deus quiser, através dos estudos científicos, em breve teremos mais respostas sobre ela para podermos ajudar ainda mais nossos pacientes.

  25. Mel disse:

    Olá Dra Fabiana! Realmente seu texto foi muito esclarecedor. Estou para iniciar o tratamento com doxicilina mas tenho receio dos males a longo prazo, 4 meses a principio. Os resultados com essa medicação são satisfatórios de acordo com a sua experiência?

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Mel! A doxiciclina é uma das medicações que costumamos prescrever para a fibrosante frontal e, em algumas pacientes, temos bons resultados. É importante um acompanhamento dermatológico com foto regularmente para acompanhar a evolução da doença.

  26. Patricia Santana disse:

    Oi Dra, precisava de indicaçao de medico para alopercia feintal em BH. Desde ja agradeço.

  27. Ercilia disse:

    Olá boa noite! Vou começar um tratamento com Isotretinoina e o minuxidil. Estou no início da Aff, e queria saber se vou ter que tratar constantemente , tomar sempre o remédio?

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Ercília! A AFF é uma doença crônica, então, enquanto o seu dermatologista identificar atividade da doença, ele irá manter o tratamento. É importante seguir as orientações de quem está te acompanhando.

  28. Valeria Miranda Soares disse:

    Dr Fabiana boa tarde fui diagnosticada com alopecia frontal fibrosante não tem nada que faça diminuir a queda já usei vários remédios não sei o que fazer socorro.

    • Dra. Fabiana Caraciolo Tricologista disse:

      Olá, Valéria! É importante marcar uma consulta com uma dermatologista com bastante experiência em Tricologia para que ela possa avaliar, tratar e acompanhar o seu caso.

  29. Rafaela disse:

    Boa noite Dr! Poderia me indicar um dertamologista vila velha es. Obrigada

  30. Olá gostei muito do seu artigo, vou acompanhar seu blog
    seu conteúdo vem me ajudando
    bastante, muito obrigado.

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